Reabilitação após prótese de ombro: estratégia personalizada é o que define o resultado

A reabilitação após prótese de ombro é essencial para o sucesso do tratamento. A cirurgia de prótese de ombro é um passo importante para aliviar a dor e recuperar a função do braço. Mas o que realmente define o resultado a longo prazo é a qualidade da reabilitação após a cirurgia. Cada paciente chega à operação com uma história diferente, um ombro diferente e expectativas diferentes. Por isso, o plano de reabilitação não pode ser genérico: precisa ser pensado sob medida para o seu caso.

Reabilitação após prótese de ombro: estratégia personalizada é o que define o resultado

Reabilitação não é “colocar gelo e fazer exercício”

Muitos pacientes acreditam que a reabilitação após a prótese de ombro se resume a alguns exercícios padronizados na fisioterapia. Na prática, um bom programa pós-operatório envolve três pilares:

  • Proteção da prótese e dos tecidos que foram operados
  • Recuperação gradual da mobilidade do ombro
  • Retorno funcional às atividades importantes do paciente

Em cada fase, o foco e a intensidade dos exercícios mudam, sempre respeitando o limite de dor e a cicatrização dos tecidos.

Por que a estratégia precisa ser individualizada

Cada ombro tem uma história

Antes da cirurgia, é comum que o paciente conviva com dor crônica, perda de mobilidade e limitação para tarefas simples, como se vestir ou alcançar objetos. Isso faz com que músculos, tendões e até a postura se adaptem para “proteger” o ombro.

Depois da prótese, o objetivo da reabilitação não é apenas “movimentar o braço”, mas reorganizar esse sistema como um todo, de forma segura e progressiva.

Fatores que influenciam o plano de reabilitação

Ao definir a estratégia pós-operatória, alguns pontos precisam ser considerados:

  • Tipo de prótese de ombro utilizada
  • Qualidade óssea e de tecidos moles ao redor da articulação
  • Idade, condição geral de saúde e histórico de cirurgias prévias
  • Nível de atividade: se o paciente é mais sedentário, ativo ou esportista
  • Demandas específicas de trabalho, lazer e esporte

Esses fatores influenciam a velocidade de progressão dos exercícios, o momento de remoção da tipoia e o grau de esforço permitido em cada fase.

O que costuma acontecer nas primeiras semanas

O tempo exato de cada etapa varia de acordo com a técnica cirurgíca, o tipo de prótese e a resposta individual de cada paciente. Sempre siga as orientações do seu cirurgião.

No período inicial, o foco é proteger a prótese e controlar a dor. Em geral, o paciente permanece com tipoia e realiza apenas movimentos permitidos pelo cirurgião, muitas vezes começando por exercícios para o cotóvelo, punho e mão.

Progressivamente, são introduzidos movimentos passivos e ativos assistidos do ombro, sempre com cuidado para não forçar a articulação recém-operada. Quando autorizado, a fisioterapia passa a trabalhar ganho de mobilidade e, aos poucos, fortalecimento do ombro e da escápula.

Rigidez, medo de movimentar e outros desafios comuns

Depois da prótese, é comum o paciente sentir receio de movimentar o ombro por medo de “estragar” a cirurgia. Ao mesmo tempo, a imobilização prolongada e a dor podem favorecer rigidez, perda de força e dificuldade para recuperar a confiança no movimento.

Uma abordagem personalizada leva em conta esses fatores físicos e emocionais. O diálogo claro entre cirurgião, fisioterapeuta e paciente ajuda a ajustar o ritmo dos exercícios, equilibrando proteção e estímulo ao movimento.

Tipoia, fisioterapia e retomada das atividades

Uso da tipoia

A tipoia tem o papel de proteger o ombro nas primeiras semanas, especialmente em situações do dia a dia, como dormir, caminhar na rua ou entrar e sair do carro. Ela costuma ser retirada de forma gradual, conforme a cicatrização evolui e o paciente ganha mais controle do movimento.

Mesmo com a tipoia, o paciente geralmente é orientado a movimentar cotóvelo, punho e dedos e a realizar os exercícios liberados pelo cirurgião e pelo fisioterapeuta.

Início e progressão da fisioterapia

A fisioterapia é uma parte central da recuperação após a prótese de ombro. Ela é iniciada no momento e com a intensidade definidos pelo cirurgião, de acordo com o caso.

Ao longo das sessões, o foco passa por:

  • Controle de dor e proteção da articulação
  • Ganho progressivo de amplitude de movimento
  • Fortalecimento muscular, principalmente do ombro, escápula e tronco
  • Treino de movimentos funcionais do dia a dia

Retomada da rotina

A volta às atividades é feita por etapas, respeitando o tempo de cicatrização e a adaptação da prótese. Em um primeiro momento, o objetivo é retomar tarefas leves de autocuidado e atividades domésticas simples.

Com a evolução, o paciente gradualmente retorna ao trabalho, à direção de veículos e, quando indicado, a exercícios físicos mais exigentes, sempre sob orientação profissional.

O papel do paciente na reabilitação

Não existe prótese de ombro bem-sucedida sem participação ativa do paciente. Seguir as orientações de uso da tipoia, comparecer às consultas de revisão e manter a regularidade da fisioterapia faz diferença direta no resultado.

Além disso, exercícios orientados para casa e ajustes na rotina (como cuidados ao dormir, se vestir ou carregar objetos) ajudam a proteger a prótese e favorecem a recuperação.

Lista rápida para o paciente:

  • Respeitar as orientações do cirurgião em cada fase
  • Questionar sempre que tiver dúvidas sobre o que pode ou não fazer
  • Manter a regularidade na fisioterapia
  • Evitar esforços não autorizados, mesmo que a dor esteja menor
  • Comunicar qualquer aumento súbito de dor, inchaço ou perda de movimento

Quando procurar acompanhamento especializado

É importante contar com um cirurgião de ombro que conheça bem as particularidades da prótese utilizada e tenha experiência com reabilitação pós-operatória. Em conjunto com a fisioterapia, esse acompanhamento permite ajustar o plano ao longo do caminho, conforme a evolução real do paciente.

Para quem tem uma rotina mais exigente, pratica esporte ou precisa de alto desempenho funcional no ombro, uma estratégia desenhada sob medida torna-se ainda mais relevante.

Reabilitação após prótese de ombro: agendamento de consulta

Se você passou por uma prótese de ombro ou recebeu indicação cirúrgica e deseja uma avaliação detalhada do seu caso, é possível agendar consulta presencial ou online.

Na consulta, o foco é compreender sua história clínica, analisar seus exames, discutir expectativas e estruturar uma estratégia personalizada de reabilitação após prótese de ombro, alinhada à sua rotina e aos seus objetivos funcionais.

Cada ombro operado tem características próprias.

Cada paciente tem demandas diferentes.

A estratégia precisa respeitar isso.

Avaliação individual para reabilitação após prótese de ombro

Durante a consulta, são definidos:

  • Movimentos que devem ser protegidos

  • Momento adequado para progressão da fisioterapia

  • Estratégia de fortalecimento

  • Metas realistas de recuperação

O objetivo é oferecer previsibilidade e segurança ao longo do processo.

Quer discutir o melhor plano de reabilitação após prótese de ombro para o seu caso?

Agende uma consulta e vamos avaliar juntos qual caminho faz mais sentido para sua recuperação.

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Dor no Ombro em Vários Movimentos: Isso Significa Lesão Grave?

Dor no Ombro em Vários Movimentos: Isso Significa Lesão Grave?

Muitos pacientes associam dor no ombro em vários movimentos a uma lesão extensa, mas essa relação nem sempre é verdadeira. Dor no ombro em vários movimentos é uma queixa comum no consultório. Você sente dor ao levantar o braço.Dói ao pentear o cabelo.Dói ao colocar a mão no bolso de trás.Dói quase sempre. A conclusão parece lógica. Se dói em muitos movimentos, a lesão deve ser grande. Mas a ciência mostra outra coisa. Dor no ombro em vários movimentos indica lesão mais grave? Nem sempre. Um estudo brasileiro publicado na PAIN Reports em 2021 avaliou 130 pessoas com dor crônica no ombro e síndrome do impacto subacromial. A pergunta foi direta. Quem sente dor no ombro em vários movimentos tem mais tendões lesionados ou lesões mais graves na ressonância? A resposta foi clara. Não havia relação entre: Número de tendões alterados Gravidade da lesão do manguito rotador Quantidade de movimentos dolorosos. Ou seja. Dor no ombro em vários movimentos não significa ter uma lesão maior. Muitas pessoas acreditam que dor no ombro em vários movimentos indica ruptura extensa do manguito rotador. O estudo mostrou que essa associação não se confirma na prática clínica. O único fator associado a sentir dor em mais atividades foi apresentar dor mesmo em repouso. Isso sugere algo importante. O sistema nervoso pode estar mais sensível. E isso não é sinônimo de dano estrutural maior. Achado-chave do estudo Dor em repouso — e não o número de movimentos dolorosos — foi o fator associado a maior comprometimento funcional. O que isso muda na interpretação da ressonância do ombro? Muda quase tudo. A ressonância mostra alterações anatômicas. Ela não mede dor. Pessoas com lesões extensas podem ter dor leve. Pessoas com alterações pequenas podem ter dor intensa. Isso não significa que o exame não é útil. Significa que ele precisa ser interpretado dentro do contexto clínico.   Antes de decidir qualquer tratamento, a pergunta correta é: Esse achado explica meus sintomas ou é uma alteração comum para minha idade? Lesões sem dor Lesões do manguito rotador podem existir sem dor. Dor sem lesão grave E dor pode existir sem lesão grave. Por que a dor no ombro em vários movimentos pode acontecer? Quando a dor se torna persistente, o sistema nervoso pode ficar mais reativo. Chamamos isso de sensibilização. Nessa fase, o problema deixa de ser apenas mecânico. O ombro não está necessariamente pior. Mas o sistema de percepção de dor está mais atento. Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas relatam dor no ombro em vários movimentos, mesmo sem lesões extensas na imagem. Mais dor não significa mais lesão. Significa maior complexidade na forma como o corpo está processando o estímulo. Como avalio pacientes com dor no ombro Quando alguém chega dizendo que sente dor no ombro em vários movimentos, não assumo automaticamente que há uma lesão grave. Eu avalio: Tempo de evolução Há quanto tempo a dor está presente e como progrediu Presença de dor em repouso Fator mais associado a comprometimento funcional Qualidade do sono A dor interfere no descanso noturno? Exigência física no trabalho Demandas ocupacionais que influenciam os sintomas Resultado dos exames de imagem Interpretados dentro do contexto clínico completo Se você apresenta dor no ombro em vários movimentos, a avaliação deve considerar não apenas a ressonância, mas também a forma como o sistema nervoso está modulando essa dor. A ressonância é parte da avaliação. Não é o diagnóstico completo. Ressonância mostra o que você tem. Não mostra o que você sente. Conclusão Dor no ombro em vários movimentos não significa automaticamente que sua lesão é pior. O tamanho da alteração na ressonância não determina a intensidade da dor. Tratamentos baseados apenas no exame, sem considerar o contexto clínico, podem levar a decisões precipitadas. A avaliação completa integra exame clínico, contexto do paciente e exames de imagem para decisões seguras. Quer entender o que sua ressonância realmente significa para o seu caso? Agende uma avaliação detalhada. Agendar Avaliação Esse achado foi publicado na revista PAIN Reports em 2021. Os pesquisadores brasileiros estudaram 130 pacientes com dór crônica no ombro. O estudo demonstrou que a quantidade de movimentos dolorosos não estava correlacionada com a gravidade das lesões estruturais observadas na imagem. Essa descoberta mudou a forma como interpretamos os sintomas do paciente.

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Reabilitação após prótese de ombro: estratégia personalizada é o que define o resultado

A reabilitação após prótese de ombro é essencial para o sucesso do tratamento. A cirurgia de prótese de ombro é um passo importante para aliviar a dor e recuperar a função do braço. Mas o que realmente define o resultado a longo prazo é a qualidade da reabilitação após a cirurgia. Cada paciente chega à operação com uma história diferente, um ombro diferente e expectativas diferentes. Por isso, o plano de reabilitação não pode ser genérico: precisa ser pensado sob medida para o seu caso. Reabilitação não é “colocar gelo e fazer exercício” Muitos pacientes acreditam que a reabilitação após a prótese de ombro se resume a alguns exercícios padronizados na fisioterapia. Na prática, um bom programa pós-operatório envolve três pilares: Proteção da prótese e dos tecidos que foram operados Recuperação gradual da mobilidade do ombro Retorno funcional às atividades importantes do paciente Em cada fase, o foco e a intensidade dos exercícios mudam, sempre respeitando o limite de dor e a cicatrização dos tecidos. Por que a estratégia precisa ser individualizada Cada ombro tem uma história Antes da cirurgia, é comum que o paciente conviva com dor crônica, perda de mobilidade e limitação para tarefas simples, como se vestir ou alcançar objetos. Isso faz com que músculos, tendões e até a postura se adaptem para “proteger” o ombro. Depois da prótese, o objetivo da reabilitação não é apenas “movimentar o braço”, mas reorganizar esse sistema como um todo, de forma segura e progressiva. Fatores que influenciam o plano de reabilitação Ao definir a estratégia pós-operatória, alguns pontos precisam ser considerados: Tipo de prótese de ombro utilizada Qualidade óssea e de tecidos moles ao redor da articulação Idade, condição geral de saúde e histórico de cirurgias prévias Nível de atividade: se o paciente é mais sedentário, ativo ou esportista Demandas específicas de trabalho, lazer e esporte Esses fatores influenciam a velocidade de progressão dos exercícios, o momento de remoção da tipoia e o grau de esforço permitido em cada fase. O que costuma acontecer nas primeiras semanas O tempo exato de cada etapa varia de acordo com a técnica cirurgíca, o tipo de prótese e a resposta individual de cada paciente. Sempre siga as orientações do seu cirurgião. No período inicial, o foco é proteger a prótese e controlar a dor. Em geral, o paciente permanece com tipoia e realiza apenas movimentos permitidos pelo cirurgião, muitas vezes começando por exercícios para o cotóvelo, punho e mão. Progressivamente, são introduzidos movimentos passivos e ativos assistidos do ombro, sempre com cuidado para não forçar a articulação recém-operada. Quando autorizado, a fisioterapia passa a trabalhar ganho de mobilidade e, aos poucos, fortalecimento do ombro e da escápula. Rigidez, medo de movimentar e outros desafios comuns Depois da prótese, é comum o paciente sentir receio de movimentar o ombro por medo de “estragar” a cirurgia. Ao mesmo tempo, a imobilização prolongada e a dor podem favorecer rigidez, perda de força e dificuldade para recuperar a confiança no movimento. Uma abordagem personalizada leva em conta esses fatores físicos e emocionais. O diálogo claro entre cirurgião, fisioterapeuta e paciente ajuda a ajustar o ritmo dos exercícios, equilibrando proteção e estímulo ao movimento. Tipoia, fisioterapia e retomada das atividades Uso da tipoia A tipoia tem o papel de proteger o ombro nas primeiras semanas, especialmente em situações do dia a dia, como dormir, caminhar na rua ou entrar e sair do carro. Ela costuma ser retirada de forma gradual, conforme a cicatrização evolui e o paciente ganha mais controle do movimento. Mesmo com a tipoia, o paciente geralmente é orientado a movimentar cotóvelo, punho e dedos e a realizar os exercícios liberados pelo cirurgião e pelo fisioterapeuta. Início e progressão da fisioterapia A fisioterapia é uma parte central da recuperação após a prótese de ombro. Ela é iniciada no momento e com a intensidade definidos pelo cirurgião, de acordo com o caso. Ao longo das sessões, o foco passa por: Controle de dor e proteção da articulação Ganho progressivo de amplitude de movimento Fortalecimento muscular, principalmente do ombro, escápula e tronco Treino de movimentos funcionais do dia a dia Retomada da rotina A volta às atividades é feita por etapas, respeitando o tempo de cicatrização e a adaptação da prótese. Em um primeiro momento, o objetivo é retomar tarefas leves de autocuidado e atividades domésticas simples. Com a evolução, o paciente gradualmente retorna ao trabalho, à direção de veículos e, quando indicado, a exercícios físicos mais exigentes, sempre sob orientação profissional. O papel do paciente na reabilitação Não existe prótese de ombro bem-sucedida sem participação ativa do paciente. Seguir as orientações de uso da tipoia, comparecer às consultas de revisão e manter a regularidade da fisioterapia faz diferença direta no resultado. Além disso, exercícios orientados para casa e ajustes na rotina (como cuidados ao dormir, se vestir ou carregar objetos) ajudam a proteger a prótese e favorecem a recuperação. Lista rápida para o paciente: Respeitar as orientações do cirurgião em cada fase Questionar sempre que tiver dúvidas sobre o que pode ou não fazer Manter a regularidade na fisioterapia Evitar esforços não autorizados, mesmo que a dor esteja menor Comunicar qualquer aumento súbito de dor, inchaço ou perda de movimento Quando procurar acompanhamento especializado É importante contar com um cirurgião de ombro que conheça bem as particularidades da prótese utilizada e tenha experiência com reabilitação pós-operatória. Em conjunto com a fisioterapia, esse acompanhamento permite ajustar o plano ao longo do caminho, conforme a evolução real do paciente. Para quem tem uma rotina mais exigente, pratica esporte ou precisa de alto desempenho funcional no ombro, uma estratégia desenhada sob medida torna-se ainda mais relevante. Reabilitação após prótese de ombro: agendamento de consulta Se você passou por uma prótese de ombro ou recebeu indicação cirúrgica e deseja uma avaliação detalhada do seu caso, é possível agendar consulta presencial ou online. Na consulta, o foco é compreender sua história clínica, analisar seus exames, discutir expectativas e estruturar uma estratégia personalizada de reabilitação após prótese de ombro, alinhada à sua

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Sarcopenia Pós‑Menopausa: 7 Dicas Essenciais para Recuperar a Força

O que é Sarcopenia? A sarcopenia pós‑menopausa é uma perda progressiva de massa e força muscular que afeta muitas mulheres dessa faixa etária. Ela está associada a um aumento do risco de quedas, fraturas, incapacidades físicas e mortalidade. A definição de sarcopenia inclui critérios como baixa força muscular, baixa quantidade ou qualidade muscular, e baixo desempenho físico. Prevalência da Sarcopenia Pós-Menopausa em Mulheres Com o avanço da idade, especialmente após a menopausa, a perda de massa muscular tende a se acelerar. A menopausa está associada a uma perda de massa magra e um aumento da massa gorda. Estudos indicam que mulheres pós-menopausa têm uma maior probabilidade de desenvolver sarcopenia comparadas às mulheres pré-menopausa. A prevalência de sarcopenia aumenta significativamente com a idade, sendo mais comum em mulheres acima dos 70 anos. Fatores de Risco Manejo da Sarcopenia Considerações Finais A sarcopenia pós-menopausa é uma condição multifatorial, agravada pelas mudanças hormonais, mas pode ser controlada com intervenções adequadas. Nutrição e atividade física regular, podem ajudar a prevenir e tratar a sarcopenia. É importante que as mulheres pós-menopausa consultem profissionais de saúde para avaliação e desenvolvimento de um plano de manejo personalizado. Referências Bibliográficas https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35769543  

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Epicondilite Medial: 5 Sinais de Que a Dor no Cotovelo é Séria

Epicondilite medial, também conhecida como cotovelo de tenista ou cotovelo de golfista, é uma condição que causa dor na parte interna do cotovelo. Essa dor é resultado de uma tendinose crônica dos músculos flexores e pronadores do antebraço que se prendem ao epicôndilo medial do úmero. A condição é comum entre atletas que realizam movimentos repetitivos do antebraço, como tenistas, golfistas e arremessadores, mas também pode afetar pessoas que desempenham atividades repetitivas no trabalho. O que é a Epicondilite Medial? Epicondilite medial ocorre devido à degeneração crônica dos tendões que se ligam ao epicôndilo medial, uma saliência óssea na parte interna do cotovelo. Diferente do que o nome sugere, a condição não é inflamatória, mas sim degenerativa, caracterizada por microlesões repetitivas que não cicatrizam adequadamente. Causas A principal causa da epicondilite medial é a sobrecarga e o uso excessivo dos músculos e tendões do antebraço. Movimentos repetitivos, especialmente aqueles que envolvem flexão do punho e pronação do antebraço, são os principais culpados. Entre os grupos mais afetados estão: Sintomas Os sintomas da epicondilite medial incluem: Diagnóstico O diagnóstico da epicondilite medial é feito principalmente através de uma avaliação clínica, que inclui: Tratamento O tratamento da epicondilite medial pode ser dividido em não cirúrgico e cirúrgico. Tratamento Não Cirúrgico A maioria dos casos de epicondilite medial pode ser tratada com sucesso através de métodos não cirúrgicos, que incluem: Tratamento Cirúrgico A cirurgia é considerada apenas quando os métodos não cirúrgicos falham após um período de 6 a 12 meses. Os procedimentos cirúrgicos incluem: Prognóstico e Prevenção Com o tratamento adequado, a maioria das pessoas com epicondilite medial consegue recuperar a função normal do cotovelo e retomar suas atividades. No entanto, é essencial seguir um programa de reabilitação contínuo para prevenir recidivas. Modificações nas técnicas de esporte e no ambiente de trabalho, além do fortalecimento muscular, são cruciais para evitar o retorno dos sintomas. Conclusão Epicondilite medial é uma condição comum que causa dor e desconforto significativos, mas pode ser tratada com sucesso na maioria dos casos através de métodos não cirúrgicos. Em situações onde a cirurgia é necessária, as técnicas disponíveis são eficazes para restaurar a função e aliviar a dor. A prevenção, por meio de modificações nas atividades diárias e fortalecimento muscular, é fundamental para evitar a recidiva da condição. Referências Bibliográficas https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32491792

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Dor no Cotovelo: 7 Causas, Sintomas e Quando Procurar um Ortopedista

A dor no cotovelo é um sintoma comum que pode afetar pessoas de todas as idades. Seja causada por movimentos repetitivos, lesões, inflamações ou até doenças sistêmicas, a dor nessa articulação pode comprometer atividades simples do dia a dia, como abrir uma porta, levantar objetos ou digitar. Identificar a causa correta é fundamental para o tratamento eficaz e prevenção de complicações. Anatomia do Cotovelo em Palavras Simples O cotovelo é uma articulação formada por três ossos: úmero, rádio e ulna. Ele permite movimentos de dobrar e estender o braço, além de girar o antebraço. Essa complexidade o torna vulnerável a sobrecarga e lesões, principalmente em atividades esportivas, laborais ou por hábitos posturais inadequados. Causas Mais Comuns de Dor no Cotovelo A dor pode ter diversas origens. Vamos explorar as 7 causas mais frequentes: 1. Epicondilite Lateral (Cotovelo de Tenista) Mesmo sem praticar tênis, muitas pessoas desenvolvem essa inflamação dos tendões do lado externo do cotovelo por uso excessivo do punho e antebraço. Ela provoca dor ao apertar objetos ou fazer movimentos de torção, como abrir potes. 2. Epicondilite Medial (Cotovelo de Golfista) Afeta a parte interna do cotovelo, sendo comum em quem faz musculação ou trabalha com carga repetitiva. A dor pode irradiar pelo antebraço e piorar com levantamento de peso. 3. Bursite Olecraniana A bursite olecraniana é a inflamação da bursa situada na ponta do cotovelo. Pode ser causada por apoio prolongado sobre o cotovelo, infecções, gota ou traumas diretos. Os sintomas incluem inchaço visível, dor, vermelhidão e calor local. Quando não tratada, pode necessitar de aspiração ou até cirurgia. 4. Tendinites do Bíceps e Tríceps O esforço repetitivo pode causar inflamação nos tendões que se inserem no cotovelo. A dor pode se manifestar ao esticar ou dobrar o braço, e tende a piorar após exercícios intensos. 5. Artrite Reumatoide e Gota Doenças autoimunes e metabólicas como a artrite reumatoide e a gota afetam diretamente a articulação do cotovelo, causando dor persistente, rigidez matinal e, às vezes, inchaço. 6. Fraturas por Estresse ou Trauma Direto Quedas ou impactos podem causar microfraturas no cotovelo, principalmente em idosos ou esportistas. A dor é localizada e intensa, podendo limitar o movimento imediatamente. 7. Compressão Nervosa (Síndrome do Túnel Cubital) Quando o nervo ulnar é comprimido ao passar pelo cotovelo, surgem dormência, formigamento e dor que pode irradiar para os dedos anelar e mínimo. Pode ser confundida com problemas na mão ou punho. Como é Feito o Diagnóstico Médico? Um ortopedista realizará avaliação clínica e poderá solicitar exames como: Tratamentos Para Dor no Cotovelo O tratamento depende da causa identificada, mas pode incluir: Medicamentos e Anti-inflamatórios Fisioterapia Aspiração e Infiltrações Cirurgias Complicações de Não Tratar a Dor no Cotovelo Prevenção e Cuidados Diários Quando Procurar um Ortopedista? Você deve buscar atendimento se: FAQs – Perguntas Frequentes Sobre Dor no Cotovelo 1. A dor no cotovelo pode ser bursite? Sim, especialmente se houver inchaço visível e dor localizada na ponta do cotovelo. 2. Dor no cotovelo é sempre problema no osso? Não. Pode ser tendão, nervo ou bursa. 3. Posso tratar a dor no cotovelo em casa? Medidas iniciais como repouso, gelo e compressão ajudam, mas é importante consultar um ortopedista. 4. Cirurgia é comum nesses casos? Só em casos persistentes que não melhoram com tratamento conservador. 5. Exercícios ajudam ou atrapalham? Exercícios orientados por fisioterapeuta ajudam, mas esforços excessivos podem piorar. 6. A dor pode irradiar para o braço ou mão? Sim, principalmente quando o nervo ulnar está envolvido. Conclusão A dor no cotovelo pode ter múltiplas causas, desde traumas simples até doenças inflamatórias mais sérias. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado garantem a recuperação da função e evitam complicações. Ao primeiro sinal de dor persistente, busque um ortopedista. Referências https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25234151 Procura um Especialista em Cotovelo? Conheça o Dr. Mauro Choi Se você está enfrentando dores no cotovelo, é fundamental contar com um especialista experiente para um diagnóstico preciso e tratamento adequado. O Dr. Mauro Choi é ortopedista, especialista em cirurgia de ombro e cotovelo, com formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), residência médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Ipiranga e fellowship em Cirurgia de Ombro e Cotovelo pela Faculdade de Medicina do ABC. Ele oferece atendimento personalizado, combinando técnicas modernas com empatia e dedicação ao paciente.

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Lesão do Manguito Rotador: 5 Causas Comuns e Soluções

A lesão do manguito rotador afeta os tendões do ombro, causando dor, fraqueza e limitação de movimentos. A cirurgia é indicada em casos graves, com dor persistente ou perda funcional. Saiba quando operar, os benefícios da artroscopia e os riscos de não tratar.

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